segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Empresas do Simples já podem parcelar dívida

A Receita publicou instrução normativa regulamentando a possibilidade de parcelamento em até 60 vezes.


As micro, pequenas e médias empresas que fazem parte do Simples Nacional, sistema simplificado de pagamento de tributos, poderão solicitar o parcelamento dos débitos tributários a partir desta segunda-feira (2).

A Receita Federal publicou instrução normativa regulamentando a possibilidade de parcelamento em até 60 vezes das dívidas tributárias destas empresas.

De acordo com o coordenador geral de arrecadação e cobrança da Receita, João Paulo Martins da Silva, 600 mil pessoas jurídicas inscritas no Simples têm dívidas com o Fisco federal, estadual (ICMS) ou municipal (ISS), que somam cerca de R$ 4 bilhões.

O parcelamento foi aprovado pelo Congresso Nacional este ano junto com a ampliação das faixas de faturamento para enquadramento de micro e pequenas empresas no Simples Nacional. As pessoas jurídicas que participam do regime tributário não tinham direito a dividir débitos. As inadimplentes são excluídas do sistema no início de cada ano.

As regras, de forma geral, são as mesmas utilizadas para parcelamentos convencionais da Receita, como a exclusão da empresa que deixar de pagar três parcelas, consecutivas ou não.

O coordenador informou que a principal alteração é a possibilidade de cada empresa poder pedir até duas vezes o parcelamento de débitos.

Para a empresa incluir novos débitos, pode solicitar a suspensão do parcelamento em curso e o início de um novo processo. Isso pode ocorrer quando houver nova inadimplência, seja das parcelas ou das obrigações mensais.

No primeiro parcelamento, a empresa tem que pagar, já na primeira parcela, 10% do total dos débitos. No reparcelamento, sobe para 20% do total da dívida. A correção das parcelas será pela taxa Selic, atualmente em 11% ao ano.

O valor das prestações será calculado mediante a divisão da dívida pelo número de parcelas, mas o valor mínimo é de R$500,00 mais juros. As prestações vencerão no último dia útil de cada mês. Os pedidos de parcelamento deverão ser apresentados no endereço eletrônico da
Receita na opção "Pedido de Parcelamento de Débitos Apurados no Simples Nacional".
 
Por Gerlane Lima, com informações das Agências

domingo, 25 de dezembro de 2011

ACIDENTE NA CURVA DA SABOARIA EM SÃO RAFAEL

Foto: focoelho.com
Por volta das 05h30min da manhã deste domingo (25/12), aconteceu mais um acidente automobilístico no local conhecido como curva da saboaria. ou "curva da morte", na RN 118 perímetro urbano de São Rafael 'Seis' pessoas estavam a bordo de um veículo voyage de placas HUC 7481, que retornava da cidade de Jucurutu onde teriam participado dos festejos alusivos à comemoração do Natal naquela cidade, com destino a Assu e acabou capotando. Uma adolescente de apenas 15 anos de idade , conhecida até o momento como Paulinha, foi arremessada para fora do veículo e não resistiu aos ferimentos, vindo a ter morte  no local. Logo após o acidente todas as vítimas, com exceção de Paulinha, foram socorridas até o hospital da cidade, de onde de lá foram conduzidos por uma equipe do SAMU para hospitais de Natal e Assu.

Os policiais isolaram o local do acidente até a chegada de uma equipe do ITEP, que após os levantamentos preliminares conduziram o corpo de Paulinha até a cidade de Mossoró.
Na delegacia o motorista do veículo Valdemiro Marques da Silva disse que o que causou o acidente foi por um dos pneus do veículo ter estourado, pois o mesmo não tinha bebido e vinha devagar.
Neste mesmo local no mês de Novembro do corrente ano, dois cidadãos da cidade de Jucurutu, morreram  vitimados por um acidente automobilístico, entre eles o filho do Deputado Nélter Queiroz e o motorista deste.

confira o nome das vítimas deste acidente:
Valdemiro Marques da Silva(MOTORISTA), Paula ou "Paulinha"(VÍTIMA FATAL), Ítalo Ramom, Josenilda de Almeida Bezerril, Francisco Edson da Silva,  e Ozinaldo Márcio de Sá Leitão.


Por focoelho.com

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

ELEIÇÕES 2012

Netinho Alves, deverá ser o candidato do PMDB de Angicos em 2012.

Será?

[A informação veio do ninho do bacurau.]

 

sábado, 26 de novembro de 2011

terça-feira, 15 de novembro de 2011

FRAGMENTOS DA EDUCAÇÃO

A RELAÇÃO ENTRE ENSINO TRADICIONAL E O USO DE TECNOLOGIAS COMO APOIO À EDUCAÇÃO NO BRASIL


As escolas por todo o rincão brasileiro ainda traz em seu DNA pedagógico a gênese de um ensino tradicional. Isso é fato. É inegável. Porém, um dos grandes desafios na educação brasileira é como conciliar ou incorporar o surgimento das novas tecnologias como elementos de suporte didático dentro desse processo de ensino e aprendizagem.

A intenção deste texto não é dar encaminhamentos, mas criar um campo de reflexão dentro dessa temática proposta. Pois, o espaço escolar ainda se constitui um dos, senão o principal, mecanismos de capacitação e aperfeiçoamento de inclusão em todos os aspectos sociais, econômicos e educacionais. E assim, não poderia ficar aquém o aspecto das novas tecnologias como instrumento pedagógico e de qualificação da educação no Brasil. Sabemos que para muitos docentes ainda não existe uma familiarização com os novos aparatos tecnológicos. Distante, e contrapondo o aluno que desde um simples celular, passando por data-show, computadores e finalizando nos tabletes, “esquisitices” essas, que o educando tem total domínio em sua funcionalidade e utilização no seu cotidiano.

É notório esse distanciamento professor/tecnologia. Ainda há um romance épico e histórico das instituições educacionais com a tendência pedagógica tradicional que visualiza o aluno como um ser passivo, incapaz de interagir com o professor, mestre, dentro da dialética da aprendizagem. E muitas vezes os usos desses novos elementos tecnológicos no ensino da educação do Brasil estão diluídos e cerceados ou limitados por essa concepção tradicionalista.  Promovendo assim, não uma mudança no arcabouço da práxis pedagógica no ensino-aprendizagem, mas sim, perpetuando, infelizmente, apesar até mesmo de um discurso libertador, a desigualdade social. Além de não gerar no individuo um ser crítico capaz de construir sua própria realidade.

Portanto, ainda não conseguimos cortar o cordão umbilical da pedagógica tradicional. Mas cremos que nem tudo está perdido. Cabe-nos uma reflexão diária dentro e fora dos espaços da escola de como vem acontecendo essas transformações sociais e tecnológicas. E buscar adaptasse, ou melhor, fazer parte dessa mudança. Independente do ensino, seja tradicional ou progressista, é impossível deixar de fora desse processo de ensino os novos elementos tecnológicos.

terça-feira, 8 de novembro de 2011

A Bomba D'Água

Contam que um certo homem estava perdido no deserto, prestes a morrer de sede. Foi quando ele chegou a uma casinha velha – uma cabana desmoronando -sem janelas, sem teto, batida pelo tempo. O homem perambulou por ali e encontrou uma pequena sombra onde se acomodou, fugindo do calor do sol desértico. Olhando ao redor, viu uma bomba a alguns metros de distância, bem velha e enferrujada. Ele se arrastou até ali, agarrou a manivela, e começou a bombear sem parar. Nada aconteceu. Desapontado, caiu prostrado para trás e notou que ao lado da bomba havia uma garrafa. Olhou-a, limpou-a, removendo a sujeira e o pó, e leu o seguinte recado: "Você precisa primeiro preparar a bomba com toda a água desta garrafa, meu amigo. PS.: Faça o favor de encher a garrafa outra vez antes de partir." O homem arrancou a rolha da garrafa e, de fato, lá estava a água. A garrafa estava quase cheia de água! De repente, ele se viu em um dilema: Se bebesse aquela água poderia sobreviver, mas se despejasse toda a água na velha bomba enferrujada, talvez obtivesse água fresca, bem fria, lá no fundo do poço, toda a água que quisesse e poderia deixar a garrafa cheia para a próxima pessoa... mas talvez isso não desse certo. Que deveria fazer? Despejar a água na velha bomba e esperar a água fresca e fria ou beber a água velha e salvar sua vida? Deveria perder toda a água que tinha na esperança daquelas instruções pouco confiáveis, escritas não se sabia quando? Com relutância, o homem despejou toda a água na bomba. Em seguida, agarrou a manivela e começou a bombear... e a bomba começou a chiar. E nada aconteceu! E a bomba foi rangendo e chiando. Então surgiu um fiozinho de água; depois um pequeno fluxo, e finalmente a água jorrou com abundância! A bomba velha e enferrujada fez jorrar muita, mas muita água fresca e cristalina. Ele encheu a garrafa e bebeu dela até se fartar. Encheu-a outra vez para o próximo que por ali poderia passar, arrolhou-a e acrescentou uma pequena nota ao bilhete preso nela: "Creia-me, funciona! Você precisa dar toda a água antes de poder obtê-la de volta!"